Documentários


A atual imigração de africanos para o Brasil [2016]

Sinopse: “Um documentário da TVE Brasil 25° Encontro da Nova Consciência O Pensamento da Cultura Emergente Data: 05 a 09 de Fevereiro – 2016 Local: SESC Centro Campina Grande – Paraíba – Brasil”.

 

 


A negação do Brasil [2000]

Sinopse: “O documentário é uma viagem na história da telenovela no Brasil e particularmente uma análise do papel nelas atribuído aos atores negros, que sempre representam personagens mais estereotipados e negativos. Baseado em suas memórias e em fortes evidências de pesquisas, o diretor aponta as influências das telenovelas nos processos de identidade étnica dos afro-brasileiros e faz um manifesto pela incorporação positiva do negro nas imagens televisivas do país. O documentário é enriquecido ainda mais com depoimentos de atores como Milton Gonçalves, Ruth de Souza, Zezé Motta e Maria Ceiça, entre outros, que contam suas experiências e discutem o preconceito contra artistas negros. Em uma das passagens mais interessantes, o ator Toni Tornado lembra um episódio ocorrido em Roque Santeiro. O público soube que dois finais diferentes foram gravados para o folhetim: em um deles, a viúva Porcina (Regina Duarte) terminava nos braços de Roque (José Wilker), e no outro, o escolhido para ir ao ar, ela ficava com Sinhozinho Malta (Lima Duarte). O que ninguém ficou sabendo é que uma terceira opção foi filmada, na qual a personagem se entregava ao amor de seu fiel empregado, interpretado por Tornado. Um final transgressor demais para ser veiculado.”

 

 


Além do Espelho  [Tailer]

Sinopse: “Nós temos uma poderosa arma, que é a memória, uma possibilidade de salvação não somente para nós, mas para o mundo.” Com essa percepção, o aclamado cineasta etíope Haile Gerima aponta os desafios impostos pelo racismo e as possibilidades de sua superação em ALÉM DO ESPELHO, documentário de estreia da diretora brasileira Ana Flauzina. A obra promove o encontro das vozes de duas das mais importantes referências da resistência negra contemporânea: Edson Cardoso e Haile Gerima.

 

 


Biblioteca Náutica em Pilar (São Felix – Ba) [Olhar Orgânico]. 2017

 

Sinopse: “Biblioteca Náutica – O projeto tem a finalidade de gerar análises e reflexões acerca da cultura e das dinâmicas sociais existentes entre os estudantes e agentes educacionais e culturais da Baía de Todos os Santos, a partir da difusão do acesso à leitura, da contação de histórias e da disponibilização de livros e imagens ligadas a cultura e a histórias locais, afro-brasileiras e africana. Olhar Orgânico compreende que os momentos devem continuar da forma mais natural possível, valorizando os aspectos originais de cada situação fazendo com que os instantes continuem conosco.”

 

 


BARRO VIVO – Artesãos da Cultura Baiana

Sinopse: “Artesãos da Cultura Baiana Documentário: Barro Vivo Cerâmica de Coqueiros/ Bahia Direção: Adriana Feliciano”

 

 


Cartas para Angola [Letters to Angola].  

Sinopse: “Brasil e Angola: Duas margens do Atlântico, a mesma língua, um passado colonial em comum e muitas histórias compartilhadas. Pessoas separadas por um oceano trocam correspondências — alguns são amigos de longa data, outros nunca se viram e suas histórias se entrecruzam e contam sobre fluxos de migração, saudade, pertencimento, guerra, preconceitos, exílio, distâncias. A busca da identidade e o fio da memória são conduzidos pela linha da afetividade, que une as sete duplas de interlocutores que o documentário nos apresenta: pessoas que traçaram suas histórias de vida entre Brasil, Angola e Portugal”.

 

 


Canções de Liberdade. 

Sinopse: “O documentário Canções de Liberdade,aborda a realidade da Comunidade Quilombola de Bananeira da Ilha de Maré / Bahia. Seu Djalma, uma das lideranças da Comunidade e do Movimento de Pescadores de forma poética, conta através das músicas os problemas vivenciados pela comunidade e a forma como tem se dado a luta pelo processo de Titulação da Terra e a preservação da Ilha.”

 

 


Comunidade Bananeiras.

Sinopse: “Este documentário aborda alguns problemas enfrentados pela comunidade de Bananeiras, que fica em Ilha de Maré (localidade de Salvador). Problemas como poluição, insuficiência educacional, falta de saneamento básico, segurança e saúde fazem parte da história e do cotidiano desta comunidade. O vídeo foi realizado com o objetivo de servir como avaliação da disciplina “Comunicação Comunitária”, ministrada pela professora Maria do Carmo em março de 2012 no curso de Comunicação Social/ RR.PP da Uneb. ”

 

 


CULTNE DOC – VIII Encontro Feminista Latino Americano e do Caribe

Sinopse: “A Enugbarijô registrou em 1985 o VIII Encontro Feminista Latino Americano e do Caribe de países como Argentina, Estados Unidos, México, Peru, Colômbia, Venezuela, Brasil, Chile e Porto Rico, envolvendo líderes do movimento feminista internacional. Em Bertioga, São Paulo, lá estavam as mulheres guerreiras como Vera do Agbara Dudu, Rosália Lemos, Jurema Batista, Joana, Helô, Margareth, Bárbara e a atual ministra da SEPPIR, Luiza Barrios. Reconhecida como uma das principais lideranças do movimento negro no Brasil, a socióloga Luiza Helena de Bairros foi escolhida para falar em nome do coletivo feminino do Brasil. Recém empossada, Luiza Bairros ocupa o cargo de ministro da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) no governo da presidente Dilma Rousseff. Filha de militar, Luiza nasceu em 1953, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Durante sua vida escolar, começou a se envolver com questões raciais e sempre mostrou interesse pela militância estudantil. Em 1979, mudou-se para Salvador depois de conhecer o Movimento Negro Unificado da Bahia. Começou, então, sua trajetória contra a discriminação racial. Participou da coordenação da pesquisa do Projeto Raça e Democracia nas Américas: Brasil e Estados Unidos, um projeto relevante contra a discriminação racial. Lecionou na Universidade Católica de Salvador e na Universidade Federal da Bahia e ajudou a coordenar diversos eventos a favor do combate ao racismo. Luiza trabalhou em programas das Nações Unidas contra o racismo em 2001 e em 2005. Entre 2003 a 2005, trabalhou no Ministério do Governo Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DFID), na pré-implementação do Programa de Combate ao Racismo Institucional para os Estados de Pernambuco e Bahia. A nova ministra é bacharel em Administração Pública e Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia e doutora em Sociologia pela Michigan State University.”

 

 


DANDARAS: a força da mulher quilombola

Sinopse: “‘DANDARAS – a força da mulher quilombola’ é um vídeo que tem o objetivo de apresentar as trajetórias e o engajamento de mulheres quilombolas que atuam como lideranças políticas de suas comunidades e do movimento quilombola como um todo. Quais serão os discursos destas mulheres sobre suas trajetórias? Busca-se a partir dos pontos de vista de algumas destas lideranças conhecer os motivos que as levaram a ocupar estas posições e aqueles que as fazem permanecer na luta.”

 

 

 


Deus e o Diabo em Cima da Muralha

Sinopse: “Drauzio Varella e funcionários que se revezavam para controlar os cerca de 10 mil presos do Carandiru contam histórias e segredos no ano em que o maior presídio da América Latina foi demolido.”

 

 

 


“Eu, Oxum”

Sinopse: “O documentário “Eu, Oxum” , dirigido e roteirizado por Héloa e sua mãe Martha Sales, conta a sua história e sua relação com o orixá Oxum, e com outras cinco mulheres “filhas” do mesmo orixá, incluindo a Yalorixá Maria José de Santana, responsável pelo “Ilê Axé Omin Mafé, mais conhecida como “Mãe Bequinha”, que, também conta sua história, como a mais antiga “filha de Oxum” do município de Riachuelo, localizado na região do Vale do Cotinguiba-SE. São 25 minutos de uma narrativa de imagens e memórias do processo individual e diferenciado de cada uma dessas mulheres, em idade, tempo de inserção na religião, relações de parentesco e as funções que ocupam dentro desse espaço sagrado, onde Héloa imergiu e se encontrou em sua busca de espiritualidade, força ancestral, e reafirmação da mulher negra, sergipana em uma caminhada religiosa e ancestral. O filme possui a trilha sonora assinada por Vinícius Bigjohn e Klaus Sena, com canções dedicadas ao Orixá Oxum por artistas contemporâneos a Héloa, trazendo o retrato do sagrado feminino personificado na figura do orixá Oxum e a natureza dos rios e mares, baseada na imagética, arquétipo, características e elementos da natureza, da simplicidade estonteante do lugar representado no filme.”

 

 


Gaiaku Luiza: FORÇA E MAGIA DOS VODUNS

Sinopse: “O porte de rainha e o traje impecável impresionaram Dorival Caymmi, atento à velha São Salvador. Tanto que ele providenciou uma foto da baiana de acarajé Luiza Franquelina da Rocha, que serviu de inspiração para a música ‘O que é que a baiana tem?’ A canção foi composta para a trilha sonora do filme Banana da Terra, última produção de Carmen Miranda. O fato se deu em 1938 e quem conta a história com riqueza de detalhes é a própria Luiza, neste filme de Soraya Mesquita. Gaiaku Luiza é o fio condutor da história de uma das mais importantes nações do Candomblé. Um registro da trajetória do povo Jêje, da África até a cidade histórica de Cachoeira, no recôncavo da Bahia, contada por antropólogos, historiadores, pelo povo de santo e pela própria sacerdotiza Luiza, aos 94 anos (falecida em 2006). Uma verdadeira aula sobre as Religiões de Matrizes Africanas, nascidas no Brasil do século XIX, que levanta a bandeira para a importância de preservação deste patrimônio imaterial legado por nossos ancestrais escravizados.”

 


Hanaiti Ho’únevo Têrenoe | 10ª Grande Assembleia do Povo Terena

Sinopse: “De 31/06 à 03/07, a Aldeia Dois Irmãos do Buriti (MS) recebeu a 10ª edição da Grande Assembleia Terena. Dias intensos, que reuniu mais de 500 pessoas do povo Terena com a participação de parentes dos povos Guarani Kaiowá, Guarani Nhandeva, Guarani Mbya, Guajajara, Tuxá, Kaingang, Xavante, Baré, Xakriabá, Kadiwéu, Kinikinau e Cabiwá. Entre as principais pautas que marcaram os diálogos estão as retomadas e a luta pela terra, além da agenda da Mulher, Juventude e representação política com uma mesa de vereadores indígenas. Confira o doc dessa edição da Assembleia feito pela Mídia NINJA em parceria com APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) e o Conselho do Povo Terena”

 


Quilombo Porto Dom João – São Francisco do Conde / Bahia – Brasil

Sinopse: “Documentário sobre a atual situação fundiária do Quilombo Porto Dom João, situado no município de São Francisco do Conde (Bahia / Brasil). Produzido pelo Grupo de Pesquisa GeografAR (POSGEO/UFBA/CNPq) que busca analisar o processo de (re)produção do espaço no campo baiano a partir da correlação de forças que se define pela ação política dos sujeitos sociais organizados. Estes, conformando distintas espacialidades e temporalidades reivindicam ao Estado, através de suas políticas públicas, o direito histórico da conquista e do reconhecimento dos seus territórios para a reprodução social da vida.”

 

 

 


Menino 23 Infâncias Perdidas no Brasil [2015]

Sinopse: “A partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, o filme acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar e a descoberta de um fato assustador: durante os anos 1930, 50 meninos negros e mulatos foram levados de um orfanato no Rio de Janeiro para a fazenda onde os tijolos foram encontrados.”

 

 

 


O legado Abdias – Ocupação Abdias Nascimento [2016]

Sinopse: “O legado de Abdias Nascimento na arte e na militância negra é analisado pelo poeta Nelson Maca, pelo consultor do Berkman Center (Universidade Harvard) Paulo Rogério, pela coreógrafa, diretora e cineasta Carmem Luz, pelo presidente do Olodum, João Jorge Rodrigues, pelo cientista social Carlos Moore e pelo escritor Éle Semog. Maca relaciona sua própria poesia com a interferência causada pela arte de Abdias, através de uma criação que pretende atingir algo além do entretenimento. O consultor Paulo Rogério fala sobre a influência de Abdias no entendimento do papel do negro no mundo, sobre seu pioneirismo em trazer a estética negra para o debate e sobre sua missão em apresentar novas narrativas. Carmem Luz reconhece em si mesma o legado de Abdias em continuar a pensar a experiência negra no mundo. Para o presidente do Olodum, Abdias Nascimento foi pioneiro em denunciar o racismo institucional no Brasil. Já Carlos Moore fala sobre a importância do pan-africanismo para Abdias e como era esse o ponto central em sua busca por novas possibilidades de construção de uma sociedade com novos parâmetros. Por fim, o escritor Éle Semog relaciona seus projetos políticos com a realidade atual, principalmente no que diz respeito aos discursos emancipatórios, que visam à possibilidade de exercício de direitos. Depoimentos gravados para a Ocupação Abdias Nascimento em agosto e setembro de 2016, em Salvador/BA e no Rio de Janeiro/RJ. A exposição fica em cartaz de 17 de novembro de 2016 a 15 de janeiro de 2017, no Itaú Cultural, em São Paulo/SP. Saiba mais sobre o evento e a programação no site do instituto: http://bit.ly/2fDw6hg.”

 

 

 


O negro da senzala ao soul [1977]

Sinopse: “Documentário realizado pelo Departamento de Jornalismo da TV Cultura de São Paulo, em 1977. O filme registra a rearticulação do movimento negro brasileiro, no final da ditadura militar, com depoimentos de intelectuais e ativistas importantes, como Beatriz Nascimento, Eduardo Oliveira e Oliveira, e Hamilton Bernardes Cardoso. Mostra como a soul music norte-americana, seus temas e sua cultura (gestual, vestuário, hábitos, etc) influenciaram a juventude negra do final dos anos 1970 e serviram como eixo articulador de um sentimento de orgullho e pertencimento, que impulsionou a mobilização política contra o racismo e em favor dos direitos raciais.”

 

 

 


Olhos Azuis [Legendado]

Sinopse: “Documentário da socióloga americana Jane Elliot sobre discriminação racial. Trata-se de um experimento onde pessoas de “olhos azuis” são taxadas como uma raça inferior e por conta disso passam a sentir na pela um pouco do que os negros americanos sofrem diariamente.”

 

 

 


 

 

Orí [Documentário Beatriz Nascimento] 

Sinopse: “A história dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988 é contada no documentário Ôrí, lançado em 1989, pela cineasta e socióloga Raquel Gerber. Tendo como fio condutor a vida da historiadora e ativista, Beatriz Nascimento, o filme traça um panorama social, político e cultural do país, em busca de uma identidade que contemple também as populações negras, e mostrando a importância dos quilombos na formação da nacionalidade”.

 

 

 


Os Últimos Cangaceiros

Sinopse: “Os Últimos Cangaceiros, Jovina Maria da Conceição e José Antonio Souto são dois senhores que levam uma vida bem comum pelos últimos 50 anos. O que ninguém sabe, incluindo seus filhos, é que estes nomes são falsos. A dupla, na verdade, é conhecida como Durvinha e Moreno. Eles integraram o bando de Lampião, o mais controverso e famoso líder do cangaço. A verdade só vem à tona quando Moreno, aos 95 anos, resolveu compartilhar suas lembranças com os filhos, além de sair a procura de seu parentes vivos, incluindo seu primeiro filho”.

 

 

 


Sabotage Maestro do Canão

Sinopse: ” Mauro Mateus dos Santos ficou conhecido no Brasil através de outro nome: Sabotage. Crescendo em meio a pobreza de São Paulo, o homem, com singularidade musical, encontrou no rap espaço para se expressar. Neste documentário inédito, com depoimentos de artistas e cenas de arquivo da vida do rapper, ele fala, de forma aberta e espontanea, sobre a infância, a desigualdade, o descaso, a solidariedade, o passado e o futuro.O retrato de um músico que se tornou lenda após sua morte, e ainda é um dos nomes mais importantes do rap nacional.”