TEXTOS


A


 

A. HAMPATÉ BÂ. A tradição viva. In.: J. KI-ZWRBO (org.). História da África: I Metodologia e pré-história a África. Trad: Beatriz Turquetil… et al. São Paulo, 1982.

ANDRE, Rebeca Helena. Reflexões acerca do Ensino de História nos Programas Curriculares de Formação de Professores de História em Angola entre 2001 e 2012. Revista História Hoje, v. 4, nº 7, p. 19-40 – 2015.

ARRUTI, José Maurício. CONCEITOS, NORMAS E NÚMEROS: UMA INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA. Revista Contemporânea de Educação, vol. 12, n. 23, jan/abr de 2017.


B


 

BIBLIOTECA VIRTUAL CONSUELO PONDÉ.  Perfis Femininos – Luiza Bairros

BRANDÃO, Maria de Azevedo.Ensaio: Os Vários Recôncavos e seus riscos.  Revista do Centro de Humanidades e Letras.vl (1). 2007.


C


CARNEIRO, Sueli. ENEGRECER O FEMINISMO: A SITUAÇÃO DA MULHER NEGRA NA AMÉRICA LATINA A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA DE GÊNERO. Disponível em: NegraCubana.

CARNEIRO, Sueli. Gênero, raça e ascenção social. Revista Estudos Feministas. Ano 3 550. 2° Semestre 1995.

CARNEIRO, Sueli. Mulheres em movimento. ESTUDOS AVANÇADOS 17 (49). 2003.

CATELO, Cláudia. Uma incursão no lusotropicalismo de Gilberto Freyre. 2011.


F


 

FRAGA FILHO, Walter. Migrações, itinerários e esperanças de mobilidade social no recôncavo baiano após a Abolição. Cad. AEL, vl. 14, n26. 2009.


G


 

GELEDÉS [org.]. Racismo institucional: uma abordagem conceitual – ONU Mulheres. 2013.

GODOI, Emilia; NEIMEYER, Ana Maria (orgs). Além dos Territórios: para um diálogo entre a etnologia indígena os estudos rurais e os estudos urbanos. Campinas, SP: Mercado de Livros. 1998.

GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, p. 223-244.

 


H


HERETICA DIFUSÃO LESBOFEMINISTA. Textos escolhidos de Audre Lord. 

 


I


 

INGOLD, Tim. Estar vivo: ensaios sobre movimentos, conhecimentos e descrição; tradução de Fábio Creder. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. (coleção Antropologia).


K


KILOMBA, Grada. A Máscara. Traduzido por Jessica Oliveira de Jesus. Cadernos de Literatura em Tradução, n. 16, p. 171-180


M


 

MACHADO, Jurema. Um Jogo de Identidades. 2010.

MACHADO, Jurema. Parentesco e organização social. 2012.

MACHADO, Vanda. Projeto Irê Ayó. Brasília: Fundação Cultural Palmares, s/n.

MUNANGA, Kabenguele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Palestra proferida no 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação-PENESB-RJ, 05/11/03

 


O


OLIVEIRA, Eduardo. Epistemologia da Ancestralidade.

 


P


PALAVRA, PRETA! poesia di dende. site/blog

PETIT, Sandra Haydée. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA A LEI Nº 10.639/2003: A CRIAÇÃO DE NOVA ABORDAGEM DE FORMAÇÃO NA PERSPECTIVA DAS AFRICANIDADES. Educ. Foco, Juiz de Fora, v.21, n.3, 657 set. / dez. 2016

 


R


RIBEIRO, Matilde. Mulheres negras: Uma trajetória de criatividade, determinação e organização. Estudos Feministas, Florianópolis, 16(3): 424, setembro-dezembro/2008.

 


 S


SAMYN, Henrique Marques (org.). Por uma revolução  antirracista: uma antologia de textos dos Panteras  Negras (1968­1971). Organização, tradução, introdução  e notas por Henrique Marques Samyn. Rio de Janeiro:  edição do autor, 2018.

SOUZA, Elizeu Clementino. (Auto)biografia, histórias de vida e práticas de formação. Artigo apresentado no o II Encontro Norte – Nordeste de História da Educação e I Encontro Maranhense de História da Educação. 2007.

 

 


T


TRUTH, Sojourner. Eu não sou uma mulher?. / tradução: Osmundo Pinho . Austin, janeiro de 2014. disponível em: https://www.geledes.org.br/e-nao-sou-uma-mulher-sojourner-truth/.

 


Obs.: Textos disponíveis on-line.