CULTNE DOC – Histórias do Pós-Abolição – Caroline & Camila – UNILAB

Sinopse: “Em 2018, completam-se 130 anos da abolição da escravidão no Brasil. A data articula uma série de significados atribuídos, questionados e disputados por diferentes sujeitos sociais do passado e do presente; oferecendo motivos suficientes para a realização de amplos debates públicos a respeito. O cenário permite ainda que as reflexões extrapolem os limites rígidos sugeridos pelo marco cronológico do 13 de Maio, bem como possam ir além das especificidades da experiência nacional brasileira. Encarando esse desafio, o Grupo de Trabalho Emancipações e Pós-Abolição (Gtep), da Associação Nacional de História (Anpuh), criado em 2013, receberam estudantes de graduação e pós-graduação, professores/as da Educação Básica e de Ensino Superior e demais pesquisadores/as no II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico?. O encontro aconteceu entre os dias 15 e 18 de maio de 2018, nas dependências da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Cultne com imagens e edição de Filó Filho, Alexandre Dias e Carlos Alberto Medeiros registraram o evento. Na oportunidade, Cultne ouviu Caroline Lima dos Santos, Licenciatura em História – UNILAB; e Camila Alves Rosa, bacharelanda em Humanidades – UNILAB. A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) é uma instituição de ensino superior pública federal brasileira, sediada na cidade de Redenção, no estado do Ceará. Redenção foi escolhida por ter sido a primeira cidade a abolir a escravidão no Brasil. Os cursos ministrados na UNILAB são preferencialmente em áreas de interesse mútuo do Brasil e dos demais países da CPLP, com ênfase em temas que envolvam formação de professores, desenvolvimento agrário, processos de gestão e saúde pública, Engenharia e outros. Unilab é voltada aos países da África, sobretudo aos PALOP, mas inclui também Timor-Leste e Macau. Seu projeto político-pedagógico é ousado assim como o da Unila e o da Uniam, visando a integração internacional. Segundo o professor Paulo Speller, presidente da Comissão de Implantação da Unilab. “No primeiro ano (2010), a Universidade teve 350 alunos, oriundos do Brasil e de outros países de língua portuguesa, como Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Moçambique e Timor-Leste.” A UNILAB possui um campus fora do Ceará. Localizado em São Francisco do Conde, na Bahia, ele funciona com convênios de cooperação técnica com os futuros campi de Camaçari da UFBA e de Feira de Santana da UFRB. A unidade foi inaugurada em 12 de maio de 2014.”

 

 

 

 


CULTNE DOC- Lélia Gonzalez  [Pt 1]

Sinopse: “Entrevista concebida a Mali Garcia para o documentário “As Divas Negras do Cinema Brasileiro” . Lélia Gonzalez nasceu em Belo Horizonte no dia 1 de fevereiro de 1935 e faleceu no Rio de Janeiro no 10 de julho de 1994. Foi uma intelectual, política, professora e antropóloga brasileira. Seus escritos, simultaneamente permeados pelos cenários da ditadura política e da emergência dos movimentos sociais, são reveladores das múltiplas inserções e identificam sua constante preocupação em articular as lutas mais amplas da sociedade com a demanda específica dos negros e, em especial das mulheres negras. Os livros produzidos foram “Lugar de Negro”, Editora Marco Zero, 1982 (com Carlos Hasenbalg), “Festas Populares no Brasil”, premiado na Feira de Frankfurt. As demais referências da produção de Lélia Gonzalez são papers, comunicações, seminários, panfletos político-sociais, partidários, engajados, sempre de muita reflexão. A preocupação com os excluídos das condições de vida dígna – nos planos social, político, econômico, educacional, habitacional, de trabalho, de lazer – norteou suas campanhas para cargos públicos, em 1982 (PT) e 1986 (PDT), tendo como principais referências as liberdades individuais e as transformações sociais. Lélia sempre acreditou na possibilidade de se construir uma sociedade solidária e fraterna e que, para tal, é preciso, além do engajamento na luta política mais ampla, que os grupos não dominantes produzam seu próprio conhecimento. É em razão disso que dedicou-se ao estudo das culturas humanas, especialmente da cultura negra. Graduada em História e em Filosofia, aprofundou estudos nas áreas da Antropologia, da Sociologia, da Literatura, da Psicanálise, da teoria da Estética, da Cultura Brasileira, além de ter-se dedicado profundamente à Ciência, Cultura e História africanas. Como professora de Ensino Médio no Colégio de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (UEG, atual UERJ), nos difíceis anos finais da década de 1960, fez de suas aulas de Filosofia espaço de resistência e crítica político-social, marcando definitivamente o pensamento e a ação de seus alunos. Seus escritos e palestras, atuando contra o racismo e outras formas de discriminação, contribuíram para a formação acadêmica e cidadã de muitos dos que com ela conviveram, considerando que atuou nas universidades brasileiras por mais de 30 anos, até seu falecimento. Em seus últimos dias, foi eleita, por reconhecimento de sua competência, chefe do Departamento de Sociologia, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Quando faleceu, aos 59 anos, ainda tinha muito o que fazer, o que escrever, o que falar/comunicar/ensinar. Sua busca permanente e irrestrita na direção do conhecimento é identificada pela capacidade de interpretação que mostrou na crítica às ideologias e à hegemonia de dominação (de lógica machista, branca e européia) que sempre forçou o povo negro ao lugar de submissão, de menor condição e capacidade. A capacidade transformadora de Lélia Gonzalez sempre foi colocada na palavra, seguindo a oralidade ancestral feminina negra. Lélia Gonzalez é fundadora (juntamente com outras/outros companheiras/os) do Movimento Negro Unificado (MNU) do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro (IPCN-RJ)) do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras do Olodum (Salvador). Participou da primeira composição do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), de 1985 a 1989. (wikipédia)”.

 


CULTNE DOC – Programa Lena Martins

Sinopse: “Programa Cultne na TV exibido em 14 de abril de 2018 na TV Alerj tendo como convidada Lena Martins, artesã pioneira na confecção das bonecas negras, Abayomi. CULTNE NA TV é um programa para TV que utiliza a riqueza do acervo Cultne além de novos conteúdos num mix de leveza e informação sobre cultura negra. O programa Cultne na TV está no ar na TV ALERJ, uma TV a cabo pertencente ao poder legislativo do Estado do Rio de Janeiro. Exibição semanal o Cultne na TV traz para a televisão uma importante contribuição para a diversidade da imagem veiculada na mídia brasileira. O programa vai dar aos telespectadores da TV Alerj a oportunidade de se informar, se emocionar, desconstruir preconceitos, a partir de fatos da história contemporânea do movimento negro no Brasil.”

 

 

 


Curta! Com: Yasmin Thayná, diretora de “KBELA”

Sinopse: “KBELA é um curta-metragem de gênero experimental que se ramifica em diferentes linguagens artísticas, como literatura, teatro, e uma de suas inspirações é o filme “Alma no Olho” (1974) de Zózimo Bulbul. Representatividade, empoderamento, autoestima e reconhecimento são disputas que o KBELA se insere, onde o desafio é, a partir da criação de novas narrativas sobre a mulher negra, garantir alguma visibilidade que possa interferir, e quem sabe, alterar efetivamente a realidade.”

 

 

 


Espelho – Lazaro Ramos entrevista Criolo

Sinopse: “No programa Espelho, o rapper conversa sobre questões sociais e culturais brasileiras. Confira novas entrevistas toda segunda, às 21h30, no Canal Brasil. Veja mais vídeos do programa: http://canalbrasil.globo.com/programa…

 

 


Feminismo Negro e Filosofia – Djamila Ribeiro (Mulheres na Política )

Sinopse: “Mulheres na Política é um curso de formação livre do labexperimental.org, destinado a interessades em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais sobre igualdade de direito em gêneros.”

 

 

 


Linn da Quebrada no Estação Plural

Sinopse: “O Estação Plural desta semana recebe a cantora, compositora e terrorista de gênero Linn da Quebrada para um bate-papo super plural com Ellen Oléria, Fefito Oficial e Mel Gonçalves.  Um dos temas abordado será masculino x feminino com enfoque nas questões para além do binarismo (homem e mulher).  Além disso, será discorrido acerca da intolerância e o ódio com relato da dona do blog “Gorda e sapatão”, Jéssica Ipólito, e uma entrevista com o presidente do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos LGBT, José Carlos Bueno.  Por fim, vamos falar sobre o medo de passar vergonha: o que é passar vergonha pra você? O Estação Plural vai ao ar toda sexta, às 23h, na TV Brasil. Horários alternativos: de sexta para sábado, às 3h15, e de sábado para domingo, à 1h.”

 

 


Mano Brown e Francisco Bosco discutem lugar de fala e apropriação cultural.

Sinopse: O cantor Mano Brown, que fez a voz da periferia ecoar no Brasil e o escritor Francisico Bosco, autor do polêmico livro “A vítima tem sempre razão?” discutem o crescimento dos movimentos identitários, como o movimento negro, LGBT e feminista, no cenário brasileiro atual e a necessidade de que seus debates sejam públicos e irrestritos para fazer avançar as lutas sobre os direitos humanos no país.

 

 


‘Na minha pele’: entrevista com Lázaro Ramos

Sinopse: “O ator fala sobre sua trajetória, racismo, ser um artista de destaque no país e as tensões do lugar que ocupa. Acesse o Nexo: https://www.nexojornal.com.br/