{"id":1673,"date":"2018-01-17T14:39:08","date_gmt":"2018-01-17T17:39:08","guid":{"rendered":"http:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/?page_id=1673"},"modified":"2018-08-09T11:43:22","modified_gmt":"2018-08-09T14:43:22","slug":"documentarios","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/bibliografia-nyemba-indicacoes-de-textos-e-audiovisuais\/audiovisuais\/documentarios\/","title":{"rendered":"Document\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p><strong>A atual imigra\u00e7\u00e3o de africanos para o Brasil [2016]<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"A atual imigra\u00e7\u00e3o de africanos para o Brasil (document\u00e1rio)\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5qINb4f5YbM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Um document\u00e1rio da TVE Brasil 25\u00b0 Encontro da Nova Consci\u00eancia O Pensamento da Cultura Emergente Data: 05 a 09 de Fevereiro &#8211; 2016 Local: SESC Centro Campina Grande &#8211; Para\u00edba &#8211; Brasil&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>A nega\u00e7\u00e3o do Brasil [2000]<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=PrrR2jgSf9M<\/p>\n<p>Sinopse: &#8220;O document\u00e1rio \u00e9 uma viagem na hist\u00f3ria da telenovela no Brasil e particularmente uma an\u00e1lise do papel nelas atribu\u00eddo aos atores negros, que sempre representam personagens mais estereotipados e negativos. Baseado em suas mem\u00f3rias e em fortes evid\u00eancias de pesquisas, o diretor aponta as influ\u00eancias das telenovelas nos processos de identidade \u00e9tnica dos afro-brasileiros e faz um manifesto pela incorpora\u00e7\u00e3o positiva do negro nas imagens televisivas do pa\u00eds. O document\u00e1rio \u00e9 enriquecido ainda mais com depoimentos de atores como Milton Gon\u00e7alves, Ruth de Souza, Zez\u00e9 Motta e Maria Cei\u00e7a, entre outros, que contam suas experi\u00eancias e discutem o preconceito contra artistas negros. Em uma das passagens mais interessantes, o ator Toni Tornado lembra um epis\u00f3dio ocorrido em Roque Santeiro. O p\u00fablico soube que dois finais diferentes foram gravados para o folhetim: em um deles, a vi\u00fava Porcina (Regina Duarte) terminava nos bra\u00e7os de Roque (Jos\u00e9 Wilker), e no outro, o escolhido para ir ao ar, ela ficava com Sinhozinho Malta (Lima Duarte). O que ningu\u00e9m ficou sabendo \u00e9 que uma terceira op\u00e7\u00e3o foi filmada, na qual a personagem se entregava ao amor de seu fiel empregado, interpretado por Tornado. Um final transgressor demais para ser veiculado.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Al\u00e9m do Espelho\u00a0 [Tailer]<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Al\u00e9m do Espelho\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/x2SFa7I7EhI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong>\u00a0&#8220;N\u00f3s temos uma poderosa arma, que \u00e9 a mem\u00f3ria, uma possibilidade de salva\u00e7\u00e3o n\u00e3o somente para n\u00f3s, mas para o mundo.\u201d Com essa percep\u00e7\u00e3o, o aclamado cineasta et\u00edope Haile Gerima aponta os desafios impostos pelo racismo e as possibilidades de sua supera\u00e7\u00e3o em AL\u00c9M DO ESPELHO, document\u00e1rio de estreia da diretora brasileira Ana Flauzina. A obra promove o encontro das vozes de duas das mais importantes refer\u00eancias da resist\u00eancia negra contempor\u00e2nea: Edson Cardoso e Haile Gerima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Biblioteca N\u00e1utica em Pilar (S\u00e3o Felix &#8211; Ba) [Olhar Org\u00e2nico]. 2017<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Biblioteca Nautica em Pilar (S\u00e3o Felix - Ba)\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mrTtaHDuumE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Biblioteca N\u00e1utica &#8211; O projeto tem a finalidade de gerar an\u00e1lises e reflex\u00f5es acerca da cultura e das din\u00e2micas sociais existentes entre os estudantes e agentes educacionais e culturais da Ba\u00eda de Todos os Santos, a partir da difus\u00e3o do acesso \u00e0 leitura, da conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias e da disponibiliza\u00e7\u00e3o de livros e imagens ligadas a cultura e a hist\u00f3rias locais, afro-brasileiras e africana. Olhar Org\u00e2nico compreende que os momentos devem continuar da forma mais natural poss\u00edvel, valorizando os aspectos originais de cada situa\u00e7\u00e3o fazendo com que os instantes continuem conosco.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>BARRO VIVO &#8211; Artes\u00e3os da Cultura Baiana<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"BARRO VIVO - Artes\u00e3os da Cultura Baiana\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/iUIZ2_YeFFo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Artes\u00e3os da Cultura Baiana Document\u00e1rio: Barro Vivo Cer\u00e2mica de Coqueiros\/ Bahia Dire\u00e7\u00e3o: Adriana Feliciano&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Cartas para Angola [Letters to Angola].\u00a0\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=w6J7tFkJ8RI&#038;t=81s<\/p>\n<p>Sinopse: &#8220;Brasil e Angola: Duas margens do Atl\u00e2ntico, a mesma l\u00edngua, um passado colonial em comum e muitas hist\u00f3rias compartilhadas. Pessoas separadas por um oceano trocam correspond\u00eancias &#8212; alguns s\u00e3o amigos de longa data, outros nunca se viram e suas hist\u00f3rias se entrecruzam e contam sobre fluxos de migra\u00e7\u00e3o, saudade, pertencimento, guerra, preconceitos, ex\u00edlio, dist\u00e2ncias. A busca da identidade e o fio da mem\u00f3ria s\u00e3o conduzidos pela linha da afetividade, que une as sete duplas de interlocutores que o document\u00e1rio nos apresenta: pessoas que tra\u00e7aram suas hist\u00f3rias de vida entre Brasil, Angola e Portugal&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Can\u00e7\u00f5es de Liberdade.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Canc\u0327o\u0303es de Liberdade\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4RU80SHMTYI?start=7&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;O document\u00e1rio Can\u00e7\u00f5es de Liberdade,aborda a realidade da Comunidade Quilombola de Bananeira da Ilha de Mar\u00e9 \/ Bahia. Seu Djalma, uma das lideran\u00e7as da Comunidade e do Movimento de Pescadores de forma po\u00e9tica, conta atrav\u00e9s das m\u00fasicas os problemas vivenciados pela comunidade e a forma como tem se dado a luta pelo processo de Titula\u00e7\u00e3o da Terra e a preserva\u00e7\u00e3o da Ilha.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Comunidade Bananeiras.<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Comunidade Bananeiras\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lyADjxfApL0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Este document\u00e1rio aborda alguns problemas enfrentados pela comunidade de Bananeiras, que fica em Ilha de Mar\u00e9 (localidade de Salvador). Problemas como polui\u00e7\u00e3o, insufici\u00eancia educacional, falta de saneamento b\u00e1sico, seguran\u00e7a e sa\u00fade fazem parte da hist\u00f3ria e do cotidiano desta comunidade. O v\u00eddeo foi realizado com o objetivo de servir como avalia\u00e7\u00e3o da disciplina &#8220;Comunica\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria&#8221;, ministrada pela professora Maria do Carmo em mar\u00e7o de 2012 no curso de Comunica\u00e7\u00e3o Social\/ RR.PP da Uneb. &#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>CULTNE DOC &#8211; VIII Encontro Feminista Latino Americano e do Caribe<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"CULTNE - VIII Encontro Feminista Latino Americano e do Caribe - Luiza Bairros -1985\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UTMNtN2jOVs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;A Enugbarij\u00f4 registrou em 1985 o VIII Encontro Feminista Latino Americano e do Caribe de pa\u00edses como Argentina, Estados Unidos, M\u00e9xico, Peru, Col\u00f4mbia, Venezuela, Brasil, Chile e Porto Rico, envolvendo l\u00edderes do movimento feminista internacional. Em Bertioga, S\u00e3o Paulo, l\u00e1 estavam as mulheres guerreiras como Vera do Agbara Dudu, Ros\u00e1lia Lemos, Jurema Batista, Joana, Hel\u00f4, Margareth, B\u00e1rbara e a atual ministra da SEPPIR, Luiza Barrios. Reconhecida como uma das principais lideran\u00e7as do movimento negro no Brasil, a soci\u00f3loga Luiza Helena de Bairros foi escolhida para falar em nome do coletivo feminino do Brasil. Rec\u00e9m empossada, Luiza Bairros ocupa o cargo de ministro da Secretaria Especial de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial (SEPPIR) no governo da presidente Dilma Rousseff. Filha de militar, Luiza nasceu em 1953, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Durante sua vida escolar, come\u00e7ou a se envolver com quest\u00f5es raciais e sempre mostrou interesse pela milit\u00e2ncia estudantil. Em 1979, mudou-se para Salvador depois de conhecer o Movimento Negro Unificado da Bahia. Come\u00e7ou, ent\u00e3o, sua trajet\u00f3ria contra a discrimina\u00e7\u00e3o racial. Participou da coordena\u00e7\u00e3o da pesquisa do Projeto Ra\u00e7a e Democracia nas Am\u00e9ricas: Brasil e Estados Unidos, um projeto relevante contra a discrimina\u00e7\u00e3o racial. Lecionou na Universidade Cat\u00f3lica de Salvador e na Universidade Federal da Bahia e ajudou a coordenar diversos eventos a favor do combate ao racismo. Luiza trabalhou em programas das Na\u00e7\u00f5es Unidas contra o racismo em 2001 e em 2005. Entre 2003 a 2005, trabalhou no Minist\u00e9rio do Governo Brit\u00e2nico para o Desenvolvimento Internacional (DFID), na pr\u00e9-implementa\u00e7\u00e3o do Programa de Combate ao Racismo Institucional para os Estados de Pernambuco e Bahia. A nova ministra \u00e9 bacharel em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e Administra\u00e7\u00e3o de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre em Ci\u00eancias Sociais pela Universidade Federal da Bahia e doutora em Sociologia pela Michigan State University.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>DANDARAS: a for\u00e7a da mulher quilombola<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DANDARAS: a for\u00e7a da mulher quilombola\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RSW3uEfk4QU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;\u2018DANDARAS &#8211; a for\u00e7a da mulher quilombola\u2019 \u00e9 um v\u00eddeo que tem o objetivo de apresentar as trajet\u00f3rias e o engajamento de mulheres quilombolas que atuam como lideran\u00e7as pol\u00edticas de suas comunidades e do movimento quilombola como um todo. Quais ser\u00e3o os discursos destas mulheres sobre suas trajet\u00f3rias? Busca-se a partir dos pontos de vista de algumas destas lideran\u00e7as conhecer os motivos que as levaram a ocupar estas posi\u00e7\u00f5es e aqueles que as fazem permanecer na luta.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Deus e o Diabo em Cima da Muralha<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Deus e o Diabo em Cima da Muralha\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VbTMV1-0BTk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Drauzio Varella e funcion\u00e1rios que se revezavam para controlar os cerca de 10 mil presos do Carandiru contam hist\u00f3rias e segredos no ano em que o maior pres\u00eddio da Am\u00e9rica Latina foi demolido.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>&#8220;Eu, Oxum&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Document\u00e1rio &quot;Eu, Oxum&quot;.\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/x_uMMWbpXgI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;O document\u00e1rio &#8220;Eu, Oxum&#8221; , dirigido e roteirizado por H\u00e9loa e sua m\u00e3e Martha Sales, conta a sua hist\u00f3ria e sua rela\u00e7\u00e3o com o orix\u00e1 Oxum, e com outras cinco mulheres &#8220;filhas&#8221; do mesmo orix\u00e1, incluindo a Yalorix\u00e1 Maria Jos\u00e9 de Santana, respons\u00e1vel pelo &#8220;Il\u00ea Ax\u00e9 Omin Maf\u00e9, mais conhecida como \u201cM\u00e3e Bequinha\u201d, que, tamb\u00e9m conta sua hist\u00f3ria, como a mais antiga &#8220;filha de Oxum&#8221; do munic\u00edpio de Riachuelo, localizado na regi\u00e3o do Vale do Cotinguiba-SE. S\u00e3o 25 minutos de uma narrativa de imagens e mem\u00f3rias do processo individual e diferenciado de cada uma dessas mulheres, em idade, tempo de inser\u00e7\u00e3o na religi\u00e3o, rela\u00e7\u00f5es de parentesco e as fun\u00e7\u00f5es que ocupam dentro desse espa\u00e7o sagrado, onde H\u00e9loa imergiu e se encontrou em sua busca de espiritualidade, for\u00e7a ancestral, e reafirma\u00e7\u00e3o da mulher negra, sergipana em uma caminhada religiosa e ancestral. O filme possui a trilha sonora assinada por Vin\u00edcius Bigjohn e Klaus Sena, com can\u00e7\u00f5es dedicadas ao Orix\u00e1 Oxum por artistas contempor\u00e2neos a H\u00e9loa, trazendo o retrato do sagrado feminino personificado na figura do orix\u00e1 Oxum e a natureza dos rios e mares, baseada na imag\u00e9tica, arqu\u00e9tipo, caracter\u00edsticas e elementos da natureza, da simplicidade estonteante do lugar representado no filme.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Gaiaku Luiza: FOR\u00c7A E MAGIA DOS VODUNS<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Y6TXCfUH4V0<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;O porte de rainha e o traje impec\u00e1vel impresionaram Dorival Caymmi, atento \u00e0 velha S\u00e3o Salvador. Tanto que ele providenciou uma foto da baiana de acaraj\u00e9 Luiza Franquelina da Rocha, que serviu de inspira\u00e7\u00e3o para a m\u00fasica &#8216;O que \u00e9 que a baiana tem?&#8217; A can\u00e7\u00e3o foi composta para a trilha sonora do filme Banana da Terra, \u00faltima produ\u00e7\u00e3o de Carmen Miranda. O fato se deu em 1938 e quem conta a hist\u00f3ria com riqueza de detalhes \u00e9 a pr\u00f3pria Luiza, neste filme de Soraya Mesquita. Gaiaku Luiza \u00e9 o fio condutor da hist\u00f3ria de uma das mais importantes na\u00e7\u00f5es do Candombl\u00e9. Um registro da trajet\u00f3ria do povo J\u00eaje, da \u00c1frica at\u00e9 a cidade hist\u00f3rica de Cachoeira, no rec\u00f4ncavo da Bahia, contada por antrop\u00f3logos, historiadores, pelo povo de santo e pela pr\u00f3pria sacerdotiza Luiza, aos 94 anos (falecida em 2006). Uma verdadeira aula sobre as Religi\u00f5es de Matrizes Africanas, nascidas no Brasil do s\u00e9culo XIX, que levanta a bandeira para a import\u00e2ncia de preserva\u00e7\u00e3o deste patrim\u00f4nio imaterial legado por nossos ancestrais escravizados.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Hanaiti Ho&#8217;\u00fanevo T\u00earenoe | 10\u00aa Grande Assembleia do Povo Terena<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Hanaiti Ho&#039;\u00fanevo T\u00earenoe | 10\u00aa Grande Assembleia do Povo Terena\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Fx1ft0g55b0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong>\u00a0&#8220;De 31\/06 \u00e0 03\/07, a Aldeia Dois Irm\u00e3os do Buriti (MS) recebeu a 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Grande Assembleia Terena. Dias intensos, que reuniu mais de 500 pessoas do povo Terena com a participa\u00e7\u00e3o de parentes dos povos Guarani Kaiow\u00e1, Guarani Nhandeva, Guarani Mbya, Guajajara, Tux\u00e1, Kaingang, Xavante, Bar\u00e9, Xakriab\u00e1, Kadiw\u00e9u, Kinikinau e Cabiw\u00e1. Entre as principais pautas que marcaram os di\u00e1logos est\u00e3o as retomadas e a luta pela terra, al\u00e9m da agenda da Mulher, Juventude e representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica com uma mesa de vereadores ind\u00edgenas. Confira o doc dessa edi\u00e7\u00e3o da Assembleia feito pela M\u00eddia NINJA em parceria com APIB (Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil) e o Conselho do Povo Terena&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Quilombo Porto Dom Jo\u00e3o &#8211; S\u00e3o Francisco do Conde \/ Bahia &#8211; Brasil<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Quilombo Porto Dom Jo\u00e3o - S\u00e3o Francisco do Conde \/ Bahia - Brasil\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LCi8fge_LBI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Document\u00e1rio sobre a atual situa\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria do Quilombo Porto Dom Jo\u00e3o, situado no munic\u00edpio de S\u00e3o Francisco do Conde (Bahia \/ Brasil). Produzido pelo Grupo de Pesquisa GeografAR (POSGEO\/UFBA\/CNPq) que busca analisar o processo de (re)produ\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o no campo baiano a partir da correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as que se define pela a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos sujeitos sociais organizados. Estes, conformando distintas espacialidades e temporalidades reivindicam ao Estado, atrav\u00e9s de suas pol\u00edticas p\u00fablicas, o direito hist\u00f3rico da conquista e do reconhecimento dos seus territ\u00f3rios para a reprodu\u00e7\u00e3o social da vida.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Menino 23 Inf\u00e2ncias Perdidas no Brasil [2015]<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"oi galeraaaaaa Menino 23 Inf\u00e2ncias Perdidas no Brasil 2016\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rYSspBodYSQ?start=1096&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>&#8220;A partir da descoberta de tijolos marcados com su\u00e1sticas nazistas em uma fazenda no interior de S\u00e3o Paulo, o filme acompanha a investiga\u00e7\u00e3o do historiador Sidney Aguilar e a descoberta de um fato assustador: durante os anos 1930, 50 meninos negros e mulatos foram levados de um orfanato no Rio de Janeiro para a fazenda onde os tijolos foram encontrados.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>O legado Abdias \u2013 Ocupa\u00e7\u00e3o Abdias Nascimento [2016]<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"O legado Abdias \u2013 Ocupa\u00e7\u00e3o Abdias Nascimento (2016)\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/sa4pAe8HE2w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;O legado de Abdias Nascimento na arte e na milit\u00e2ncia negra \u00e9 analisado pelo poeta Nelson Maca, pelo consultor do Berkman Center (Universidade Harvard) Paulo Rog\u00e9rio, pela core\u00f3grafa, diretora e cineasta Carmem Luz, pelo presidente do Olodum, Jo\u00e3o Jorge Rodrigues, pelo cientista social Carlos Moore e pelo escritor \u00c9le Semog. Maca relaciona sua pr\u00f3pria poesia com a interfer\u00eancia causada pela arte de Abdias, atrav\u00e9s de uma cria\u00e7\u00e3o que pretende atingir algo al\u00e9m do entretenimento. O consultor Paulo Rog\u00e9rio fala sobre a influ\u00eancia de Abdias no entendimento do papel do negro no mundo, sobre seu pioneirismo em trazer a est\u00e9tica negra para o debate e sobre sua miss\u00e3o em apresentar novas narrativas. Carmem Luz reconhece em si mesma o legado de Abdias em continuar a pensar a experi\u00eancia negra no mundo. Para o presidente do Olodum, Abdias Nascimento foi pioneiro em denunciar o racismo institucional no Brasil. J\u00e1 Carlos Moore fala sobre a import\u00e2ncia do pan-africanismo para Abdias e como era esse o ponto central em sua busca por novas possibilidades de constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade com novos par\u00e2metros. Por fim, o escritor \u00c9le Semog relaciona seus projetos pol\u00edticos com a realidade atual, principalmente no que diz respeito aos discursos emancipat\u00f3rios, que visam \u00e0 possibilidade de exerc\u00edcio de direitos. Depoimentos gravados para a Ocupa\u00e7\u00e3o Abdias Nascimento em agosto e setembro de 2016, em Salvador\/BA e no Rio de Janeiro\/RJ. A exposi\u00e7\u00e3o fica em cartaz de 17 de novembro de 2016 a 15 de janeiro de 2017, no Ita\u00fa Cultural, em S\u00e3o Paulo\/SP. Saiba mais sobre o evento e a programa\u00e7\u00e3o no site do instituto: <a class=\"yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/redirect?v=sa4pAe8HE2w&amp;event=video_description&amp;redir_token=YgPoyct6xhwPYY6G0wGRw6LFIax8MTUxNjU0ODcxNkAxNTE2NDYyMzE2&amp;q=http%3A%2F%2Fbit.ly%2F2fDw6hg\">http:\/\/bit.ly\/2fDw6hg<\/a>.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>O negro da senzala ao soul [1977]<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"O NEGRO DA SENZALA AO SOUL (1977)\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5AVPrXwxh1A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Document\u00e1rio realizado pelo Departamento de Jornalismo da TV Cultura de S\u00e3o Paulo, em 1977. O filme registra a rearticula\u00e7\u00e3o do movimento negro brasileiro, no final da ditadura militar, com depoimentos de intelectuais e ativistas importantes, como Beatriz Nascimento, Eduardo Oliveira e Oliveira, e Hamilton Bernardes Cardoso. Mostra como a soul music norte-americana, seus temas e sua cultura (gestual, vestu\u00e1rio, h\u00e1bitos, etc) influenciaram a juventude negra do final dos anos 1970 e serviram como eixo articulador de um sentimento de orgullho e pertencimento, que impulsionou a mobiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica contra o racismo e em favor dos direitos raciais.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Olhos Azuis [Legendado]<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Olhos Azuis   Document\u00e1rio Sobre Preconceito\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AeiXBLAlLpQ?start=89&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Document\u00e1rio da soci\u00f3loga americana Jane Elliot sobre discrimina\u00e7\u00e3o racial. Trata-se de um experimento onde pessoas de &#8220;olhos azuis&#8221; s\u00e3o taxadas como uma ra\u00e7a inferior e por conta disso passam a sentir na pela um pouco do que os negros americanos sofrem diariamente.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Or\u00ed [Document\u00e1rio Beatriz Nascimento]\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=35H0lbrSGbI<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>&#8220;A hist\u00f3ria dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988 \u00e9 contada no document\u00e1rio \u00d4r\u00ed, lan\u00e7ado em 1989, pela cineasta e soci\u00f3loga Raquel Gerber. Tendo como fio condutor a vida da historiadora e ativista, Beatriz Nascimento, o filme tra\u00e7a um panorama social, pol\u00edtico e cultural do pa\u00eds, em busca de uma identidade que contemple tamb\u00e9m as popula\u00e7\u00f5es negras, e mostrando a import\u00e2ncia dos quilombos na forma\u00e7\u00e3o da nacionalidade&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Os \u00daltimos Cangaceiros<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EzK-RcnkGg8<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Os \u00daltimos Cangaceiros, Jovina Maria da Concei\u00e7\u00e3o e Jos\u00e9 Antonio Souto s\u00e3o dois senhores que levam uma vida bem comum pelos \u00faltimos 50 anos. O que ningu\u00e9m sabe, incluindo seus filhos, \u00e9 que estes nomes s\u00e3o falsos. A dupla, na verdade, \u00e9 conhecida como Durvinha e Moreno. Eles integraram o bando de Lampi\u00e3o, o mais controverso e famoso l\u00edder do canga\u00e7o. A verdade s\u00f3 vem \u00e0 tona quando Moreno, aos 95 anos, resolveu compartilhar suas lembran\u00e7as com os filhos, al\u00e9m de sair a procura de seu parentes vivos, incluindo seu primeiro filho&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Sabotage Maestro do Can\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RJvU61kDYdE<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8221;\u00a0Mauro Mateus dos Santos ficou conhecido no Brasil atrav\u00e9s de outro nome: Sabotage. Crescendo em meio a pobreza de S\u00e3o Paulo, o homem, com singularidade musical, encontrou no rap espa\u00e7o para se expressar. Neste document\u00e1rio in\u00e9dito, com depoimentos de artistas e cenas de arquivo da vida do rapper, ele fala, de forma aberta e espontanea, sobre a inf\u00e2ncia, a desigualdade, o descaso, a solidariedade, o passado e o futuro.O retrato de um m\u00fasico que se tornou lenda ap\u00f3s sua morte, e ainda \u00e9 um dos nomes mais importantes do rap nacional.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A atual imigra\u00e7\u00e3o de africanos para o Brasil [2016] Sinopse: &#8220;Um document\u00e1rio da TVE Brasil 25\u00b0 Encontro da Nova Consci\u00eancia O Pensamento da Cultura Emergente Data: 05 a 09 de Fevereiro &#8211; 2016 Local: SESC Centro Campina Grande &#8211; Para\u00edba &#8211; Brasil&#8221;. &nbsp; &nbsp; A nega\u00e7\u00e3o do Brasil [2000] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=PrrR2jgSf9M Sinopse: &#8220;O document\u00e1rio \u00e9 uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":1361,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1673","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1673"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3123,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1673\/revisions\/3123"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}