{"id":1677,"date":"2018-01-17T14:41:19","date_gmt":"2018-01-17T17:41:19","guid":{"rendered":"http:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/?page_id=1677"},"modified":"2018-07-10T13:17:41","modified_gmt":"2018-07-10T16:17:41","slug":"entrevistas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/bibliografia-nyemba-indicacoes-de-textos-e-audiovisuais\/audiovisuais\/entrevistas\/","title":{"rendered":"Entrevistas"},"content":{"rendered":"<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>CULTNE DOC &#8211; Hist\u00f3rias do P\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o &#8211; Caroline &amp; Camila &#8211; UNILAB<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"CULTNE - Hist\u00f3rias do P\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o - Caroline &amp; Camila - UNILAB\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/O4tTw3O2m6k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>&#8220;Em 2018, completam-se 130 anos da aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o no Brasil. A data articula uma s\u00e9rie de significados atribu\u00eddos, questionados e disputados por diferentes sujeitos sociais do passado e do presente; oferecendo motivos suficientes para a realiza\u00e7\u00e3o de amplos debates p\u00fablicos a respeito. O cen\u00e1rio permite ainda que as reflex\u00f5es extrapolem os limites r\u00edgidos sugeridos pelo marco cronol\u00f3gico do 13 de Maio, bem como possam ir al\u00e9m das especificidades da experi\u00eancia nacional brasileira. Encarando esse desafio, o Grupo de Trabalho Emancipa\u00e7\u00f5es e P\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o (Gtep), da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Hist\u00f3ria (Anpuh), criado em 2013, receberam estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, professores\/as da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica e de Ensino Superior e demais pesquisadores\/as no II Semin\u00e1rio Internacional Hist\u00f3rias do P\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o no Mundo Atl\u00e2ntico?. O encontro aconteceu entre os dias 15 e 18 de maio de 2018, nas depend\u00eancias da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Cultne com imagens e edi\u00e7\u00e3o de Fil\u00f3 Filho, Alexandre Dias e Carlos Alberto Medeiros registraram o evento. Na oportunidade, Cultne ouviu Caroline Lima dos Santos, Licenciatura em Hist\u00f3ria &#8211; UNILAB; e Camila Alves Rosa, bacharelanda em Humanidades &#8211; UNILAB. A Universidade da Integra\u00e7\u00e3o Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o de ensino superior p\u00fablica federal brasileira, sediada na cidade de Reden\u00e7\u00e3o, no estado do Cear\u00e1. Reden\u00e7\u00e3o foi escolhida por ter sido a primeira cidade a abolir a escravid\u00e3o no Brasil. Os cursos ministrados na UNILAB s\u00e3o preferencialmente em \u00e1reas de interesse m\u00fatuo do Brasil e dos demais pa\u00edses da CPLP, com \u00eanfase em temas que envolvam forma\u00e7\u00e3o de professores, desenvolvimento agr\u00e1rio, processos de gest\u00e3o e sa\u00fade p\u00fablica, Engenharia e outros. Unilab \u00e9 voltada aos pa\u00edses da \u00c1frica, sobretudo aos PALOP, mas inclui tamb\u00e9m Timor-Leste e Macau. Seu projeto pol\u00edtico-pedag\u00f3gico \u00e9 ousado assim como o da Unila e o da Uniam, visando a integra\u00e7\u00e3o internacional. Segundo o professor Paulo Speller, presidente da Comiss\u00e3o de Implanta\u00e7\u00e3o da Unilab. &#8220;No primeiro ano (2010), a Universidade teve 350 alunos, oriundos do Brasil e de outros pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa, como Portugal, Angola, Cabo Verde, Guin\u00e9-Bissau, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, Mo\u00e7ambique e Timor-Leste.&#8221; A UNILAB possui um campus fora do Cear\u00e1. Localizado em S\u00e3o Francisco do Conde, na Bahia, ele funciona com conv\u00eanios de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica com os futuros campi de Cama\u00e7ari da UFBA e de Feira de Santana da UFRB. A unidade foi inaugurada em 12 de maio de 2014.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>CULTNE DOC- L\u00e9lia Gonzalez\u00a0 [Pt 1]<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"CULTNE - L\u00e9lia Gonzalez - Pt 1\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/o9vOVjNDZA8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>&#8220;Entrevista concebida a Mali Garcia para o document\u00e1rio &#8220;As Divas Negras do Cinema Brasileiro&#8221; . L\u00e9lia Gonzalez nasceu em Belo Horizonte no dia 1 de fevereiro de 1935 e faleceu no Rio de Janeiro no 10 de julho de 1994. Foi uma intelectual, pol\u00edtica, professora e antrop\u00f3loga brasileira. Seus escritos, simultaneamente permeados pelos cen\u00e1rios da ditadura pol\u00edtica e da emerg\u00eancia dos movimentos sociais, s\u00e3o reveladores das m\u00faltiplas inser\u00e7\u00f5es e identificam sua constante preocupa\u00e7\u00e3o em articular as lutas mais amplas da sociedade com a demanda espec\u00edfica dos negros e, em especial das mulheres negras. Os livros produzidos foram &#8220;Lugar de Negro&#8221;, Editora Marco Zero, 1982 (com Carlos Hasenbalg), &#8220;Festas Populares no Brasil&#8221;, premiado na Feira de Frankfurt. As demais refer\u00eancias da produ\u00e7\u00e3o de L\u00e9lia Gonzalez s\u00e3o papers, comunica\u00e7\u00f5es, semin\u00e1rios, panfletos pol\u00edtico-sociais, partid\u00e1rios, engajados, sempre de muita reflex\u00e3o. A preocupa\u00e7\u00e3o com os exclu\u00eddos das condi\u00e7\u00f5es de vida d\u00edgna &#8211; nos planos social, pol\u00edtico, econ\u00f4mico, educacional, habitacional, de trabalho, de lazer &#8211; norteou suas campanhas para cargos p\u00fablicos, em 1982 (PT) e 1986 (PDT), tendo como principais refer\u00eancias as liberdades individuais e as transforma\u00e7\u00f5es sociais. L\u00e9lia sempre acreditou na possibilidade de se construir uma sociedade solid\u00e1ria e fraterna e que, para tal, \u00e9 preciso, al\u00e9m do engajamento na luta pol\u00edtica mais ampla, que os grupos n\u00e3o dominantes produzam seu pr\u00f3prio conhecimento. \u00c9 em raz\u00e3o disso que dedicou-se ao estudo das culturas humanas, especialmente da cultura negra. Graduada em Hist\u00f3ria e em Filosofia, aprofundou estudos nas \u00e1reas da Antropologia, da Sociologia, da Literatura, da Psican\u00e1lise, da teoria da Est\u00e9tica, da Cultura Brasileira, al\u00e9m de ter-se dedicado profundamente \u00e0 Ci\u00eancia, Cultura e Hist\u00f3ria africanas. Como professora de Ensino M\u00e9dio no Col\u00e9gio de Aplica\u00e7\u00e3o Fernando Rodrigues da Silveira (UEG, atual UERJ), nos dif\u00edceis anos finais da d\u00e9cada de 1960, fez de suas aulas de Filosofia espa\u00e7o de resist\u00eancia e cr\u00edtica pol\u00edtico-social, marcando definitivamente o pensamento e a a\u00e7\u00e3o de seus alunos. Seus escritos e palestras, atuando contra o racismo e outras formas de discrimina\u00e7\u00e3o, contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e cidad\u00e3 de muitos dos que com ela conviveram, considerando que atuou nas universidades brasileiras por mais de 30 anos, at\u00e9 seu falecimento. Em seus \u00faltimos dias, foi eleita, por reconhecimento de sua compet\u00eancia, chefe do Departamento de Sociologia, da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro. Quando faleceu, aos 59 anos, ainda tinha muito o que fazer, o que escrever, o que falar\/comunicar\/ensinar. Sua busca permanente e irrestrita na dire\u00e7\u00e3o do conhecimento \u00e9 identificada pela capacidade de interpreta\u00e7\u00e3o que mostrou na cr\u00edtica \u00e0s ideologias e \u00e0 hegemonia de domina\u00e7\u00e3o (de l\u00f3gica machista, branca e europ\u00e9ia) que sempre for\u00e7ou o povo negro ao lugar de submiss\u00e3o, de menor condi\u00e7\u00e3o e capacidade. A capacidade transformadora de L\u00e9lia Gonzalez sempre foi colocada na palavra, seguindo a oralidade ancestral feminina negra. L\u00e9lia Gonzalez \u00e9 fundadora (juntamente com outras\/outros companheiras\/os) do Movimento Negro Unificado (MNU) do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro (IPCN-RJ)) do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras do Olodum (Salvador). Participou da primeira composi\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), de 1985 a 1989. (wikip\u00e9dia)&#8221;.<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: right;\"><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>CULTNE DOC &#8211; Programa Lena Martins<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"CULTNE NA TV - Programa Lena Martins\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8SSuiP48dYg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;Programa Cultne na TV exibido em 14 de abril de 2018 na TV Alerj tendo como convidada Lena Martins, artes\u00e3 pioneira na confec\u00e7\u00e3o das bonecas negras, Abayomi. CULTNE NA TV \u00e9 um programa para TV que utiliza a riqueza do acervo Cultne al\u00e9m de novos conte\u00fados num mix de leveza e informa\u00e7\u00e3o sobre cultura negra. O programa Cultne na TV est\u00e1 no ar na TV ALERJ, uma TV a cabo pertencente ao poder legislativo do Estado do Rio de Janeiro. Exibi\u00e7\u00e3o semanal o Cultne na TV traz para a televis\u00e3o uma importante contribui\u00e7\u00e3o para a diversidade da imagem veiculada na m\u00eddia brasileira. O programa vai dar aos telespectadores da TV Alerj a oportunidade de se informar, se emocionar, desconstruir preconceitos, a partir de fatos da hist\u00f3ria contempor\u00e2nea do movimento negro no Brasil.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Curta! Com: Yasmin Thayn\u00e1, diretora de &#8220;KBELA&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Curta! Com: Yasmin Thayn\u00e1, diretora de &quot;KBELA&quot;\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/sk1FEb-p81o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>&#8220;KBELA \u00e9 um curta-metragem de g\u00eanero experimental que se ramifica em diferentes linguagens art\u00edsticas, como literatura, teatro, e uma de suas inspira\u00e7\u00f5es \u00e9 o filme \u201cAlma no Olho\u201d (1974) de Z\u00f3zimo Bulbul. Representatividade, empoderamento, autoestima e reconhecimento s\u00e3o disputas que o KBELA se insere, onde o desafio \u00e9, a partir da cria\u00e7\u00e3o de novas narrativas sobre a mulher negra, garantir alguma visibilidade que possa interferir, e quem sabe, alterar efetivamente a realidade.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Espelho &#8211; Lazaro Ramos entrevista Criolo<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Criolo e L\u00e1zaro Ramos | Espelho\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eP86LuPwUYk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>&#8220;No programa Espelho, o rapper conversa sobre quest\u00f5es sociais e culturais brasileiras. Confira novas entrevistas toda segunda, \u00e0s 21h30, no Canal Brasil. Veja mais v\u00eddeos do programa: <a class=\"yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/redirect?redir_token=1knxyZ4LkZiRX45WlX0UbxynmM98MTUxMTM2MTk3MkAxNTExMjc1NTcy&amp;q=http%3A%2F%2Fcanalbrasil.globo.com%2Fprogramas%2Fespelho%2Fvideos%2Findex.html&amp;event=video_description&amp;v=eP86LuPwUYk\">http:\/\/canalbrasil.globo.com\/programa&#8230;<\/a>&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: right;\"><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Feminismo Negro e Filosofia &#8211; Djamila Ribeiro (Mulheres na Pol\u00edtica )<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Feminismo Negro e Filosofia - Djamila Ribeiro  (Mulheres na Pol\u00edtica )\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u56gUXbdH2Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>&#8220;Mulheres na Pol\u00edtica \u00e9 um curso de forma\u00e7\u00e3o livre do labexperimental.org, destinado a interessades em desenvolver habilidades de arte-educa\u00e7\u00e3o, educomunica\u00e7\u00e3o e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais sobre igualdade de direito em g\u00eaneros.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>Linn da Quebrada no Esta\u00e7\u00e3o Plural<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Linn da Quebrada no Esta\u00e7\u00e3o Plural (programa completo)\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bSfk-tgeIzk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;O\u00a0Esta\u00e7\u00e3o Plural\u00a0desta semana recebe a cantora, compositora e terrorista de g\u00eanero\u00a0Linn da Quebrada\u00a0para um bate-papo super plural com\u00a0Ellen Ol\u00e9ria,\u00a0Fefito Oficial\u00a0e\u00a0Mel Gon\u00e7alves.\u00a0 Um dos temas abordado ser\u00e1 masculino x feminino com enfoque nas quest\u00f5es para al\u00e9m do binarismo (homem e mulher).\u00a0 Al\u00e9m disso, ser\u00e1 discorrido acerca da intoler\u00e2ncia e o \u00f3dio com relato da dona do blog &#8220;Gorda e sapat\u00e3o&#8221;,\u00a0J\u00e9ssica Ip\u00f3lito, e uma entrevista com o presidente do Conselho Nacional de Combate \u00e0 Discrimina\u00e7\u00e3o e Promo\u00e7\u00e3o dos Direitos LGBT, Jos\u00e9 Carlos Bueno.\u00a0 Por fim, vamos falar sobre o medo de passar vergonha: o que \u00e9 passar vergonha pra voc\u00ea? O Esta\u00e7\u00e3o Plural vai ao ar toda sexta, \u00e0s 23h, na TV Brasil. Hor\u00e1rios alternativos: de sexta para s\u00e1bado, \u00e0s 3h15, e de s\u00e1bado para domingo, \u00e0 1h.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"f\"><strong><span class=\"kkb\">Mano Brown e Francisco Bosco discutem lugar de fala e apropria\u00e7\u00e3o cultural.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mano Brown e Francisco Bosco discutem lugar de fala e apropria\u00e7\u00e3o cultural\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LjUiDoQEb9o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:\u00a0<\/strong>O cantor Mano Brown, que fez a voz da periferia ecoar no Brasil e o escritor Francisico Bosco, autor do pol\u00eamico livro &#8220;A v\u00edtima tem sempre raz\u00e3o?&#8221; discutem o crescimento dos movimentos identit\u00e1rios, como o movimento negro, LGBT e feminista, no cen\u00e1rio brasileiro atual e a necessidade de que seus debates sejam p\u00fablicos e irrestritos para fazer avan\u00e7ar as lutas sobre os direitos humanos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"title style-scope ytd-video-primary-info-renderer\"><strong>&#8216;Na minha pele&#8217;: entrevista com L\u00e1zaro Ramos<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&#039;Na minha pele&#039;: entrevista com L\u00e1zaro Ramos\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hQupTegyebw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> &#8220;O ator fala sobre sua trajet\u00f3ria, racismo, ser um artista de destaque no pa\u00eds e as tens\u00f5es do lugar que ocupa. Acesse o Nexo: <a class=\"yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/redirect?redir_token=yog2_3tQKZd5hUzBkOpeF_f7fbx8MTUxNjU0ODU0MUAxNTE2NDYyMTQx&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.nexojornal.com.br%2F&amp;v=hQupTegyebw&amp;event=video_description\">https:\/\/www.nexojornal.com.br\/<\/a>&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CULTNE DOC &#8211; Hist\u00f3rias do P\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o &#8211; Caroline &amp; Camila &#8211; UNILAB Sinopse:\u00a0&#8220;Em 2018, completam-se 130 anos da aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o no Brasil. A data articula uma s\u00e9rie de significados atribu\u00eddos, questionados e disputados por diferentes sujeitos sociais do passado e do presente; oferecendo motivos suficientes para a realiza\u00e7\u00e3o de amplos debates p\u00fablicos a respeito. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":1361,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1677","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1677","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1677"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1677\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2308,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1677\/revisions\/2308"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nyemba.unilab.edu.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1677"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}